Posts de setembro \30\UTC 2009

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Videos do Hawaii

30/09/2009

Esses vídeos eu fiz enquanto estava no Hawaii.

O primeiro foi feito enquanto o avião estava pousando em Waikiki. Ao meu lado está o jogador de volei da Polônia e uma americana que mora na ilha.


O segundo é sobre a dança típica havaiana, a ula, apresentada gratuitamente após o pôr-do-sol na praia de Waikiki.

O terceiro mostra os surfistas e as ondas iradas de Banzai Pipeline logo que cheguei em North Shore às 10 da manhã.

E por último o quarto foi feito pela Ana (amiga polonesa) em Waimea Bay no momento que uma onda gigante chega na praia. Ela ficou com medo e saiu correndo, logo o final dele é meio mexido. Hehehehe.

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Hawaii

27/09/2009

Já cheguei em Sydney e estou muito bem instalado na casa de um casal de São Paulo amigos da época que vim pra Austrália em 2006: Vinicius e Helena. Esse post eu escrevi no avião. Vou reproduzí-lo na versão original:

“Embarquei pro Hawaii na segunda no final da tarde pertinho de casa no aeroporto John Wayne de Orange County. Voei pra Seattle com escala em San Francisco. Cheguei em Seattle à meia-noite e meu vôo pra Honolulu saiu somente às 8 da manhã. Foi brabo ter que dormir no aeroporto. Tentei dormir no chão (as cadeiras de espera tinham braços fixos), mas só consegui por apenas 1 hora e meia. Muita gente circulando, o ar-condicionado estava ligado no hiper frio, eu tava louco por um banho e não tinha nenhum lugar aberto para mim comer algo. Finalmente o horário chegou e eu embarquei. No avião dormi mais umas 2 horinhas apertado contra a janela do lado de um jogador de vôlei polonês. O cara era gente boa.

O Ervilhão (aka Mario Kart) nunca decepciona: faz teste de trânsito e leva galera cheia de mala pro aeroporto.

O Ervilhão (aka Mario Kart) nunca decepciona: faz teste de trânsito e leva galera cheia de mala pro aeroporto.

See ya buddies.

See ya buddies.

Chegando em Honolulu (a cidade mais conhecida de Oahu e do Hawaii) aluguei um carro e fui direto pro hostel international. Devia ser umas 2 da tarde quando cheguei lá. O check-in ainda não tava aberto, mas a moça deixou eu colocar minhas malas no quarto. Não queria circular com coisas dentro do carro. O Hawaii é conhecido por roubarem coisas dos carros e eu já tive uma experiencia semelhante da ultima vez. Nada como a experiencia!

Paraíso flutuando no meio do Pacífico.

Paraíso flutuando no meio do Pacífico.

Honolulu do alto.

Honolulu do alto.

Waikiki e Diamond Head.

Waikiki e Diamond Head.

Hostel.

Hostel.

Eu tava simplesmente quebrado louco por banho, comida e cama. Comi um subway no centro de Waikiki recheadasso. Fiquei caminhando por lá, vendo a praia e as pessoas. Lugar lotado de orientais pra todos os lados. Estava quase indo pro hostel quando descobri que ia ter um show de ula (dança havaiana) de graça na praia após o pôr-do-sol. Fiquei um pouco mais (tava bem legal), fui fazer compras e voltei pro albergue. Lá chegando a moça que me atendeu, super riponga, foi muito legal comigo, bem simpática mesmo. Já no quarto eu conheci um canadense e um cara do oregon. O canadense, Brandon, casado com Nicole, também canadense. Ambos muito legais. Estavam indo pra Big Island (uma das ilhas do Hawaii) trabalhar em fazendas, juntar uma graninha e ir pra Australia. Ele é escritor e ela investidora. Casal super simpático. Na mesma noite conheci também duas polonesas que trabalhavam no hostel: Ana e Pati. Muito simpáticas também nos convidaram pra uma caminhada no dia seguinte. Devia ser umas 9 da noite quando desabei na cama, dormi muito.

Pôr-do-sol mágico.

Pôr-do-sol mágico.

Beleza nativa.

Beleza nativa.

No dia seguinte fomos fazer o tal do hiking no meio de uma floresta tropical. Eramos cinco, eu, o casal canadense, as polonesas e Zeek, um americano amigo delas. Ele era nosso guia pois morava no Hawaii por 3 anos. Caminhamos por 5 horas. Subimos e descemos uma montanha enorme. Me senti num episódio do Lost, pois a floresta era igual e a paisagem também. O topo era um deslumbre total. Dava pra ver uma parte grande da ilha, suas praias, cidades, corais, vulcões, etc. Muito lindo mesmo. Na volta pegamos uma prainha do lado de um farol e voltamos pro hostel. Conheci mais outro pessoal: Nils, alemão de Zurique e Carolina, jornalista de Buenos Aires, ambos recém chegados no albergue.

Fim da trilha Kuliouou.

Fim da trilha Kuliouou.

Flores no alto da montanha.

Flores no alto da montanha.

Reflexo.

Reflexo.

Admirando a perfeição da natureza.

Admirando a perfeição da natureza.

Felicidade ao terminar a trilha.

Felicidade ao terminar a trilha.

Zeek, Ana, Brandon, Nicole, Pati e eu.

Zeek, Ana, Brandon, Nicole, Pati e eu.

No outro dia fomos pro North Shore de Oahu e visitamos praias famosas como Waimea Bay, Banzai Pipeline, Sunset Beach, Rockypoint, etc. As condições do mar estavam completamente diferentes da última vez que estive lá. Quando fui com a Zuca o mar estava completamente flat, cheio de famílias, crianças tomando banho e fazendo snorkel. Dessa vez tava cheio de surfistas e alguns loucos tomando banho. Ficamos parte do dia em Waimea Bay e o restante em Sunset Beach. Tomei banho, mas estava muito perigoso. A força da maré era impressionante. E de tanto em tanto vinha uma onda gigante e varria tudo na praia. Inclusive nós fomos pegos de surpresa e quase que tive minhas coisas completamente molhadas. Uns surfistas perderam a chave do carro e tiveram que voltar de taxi pra Honolulu, além de pagar uma chave nova.

Haleiwa, North Shore.

Haleiwa, North Shore.

Pipeline.

Pipeline.

Waimea Bay Beach Park.

Waimea Bay Beach Park.

Maré de Waimea é incrivelmente forte.

Maré de Waimea é incrivelmente forte.

Por último fomos comer uns camarões e ver o pôr-do-sol em Sunset Beach. As ondas estavam gigantes no outside. Na verdade foram as maiores ondas que eu já vi na vida. Aqueles caras são loucos em surfá-las. As pranchas eram enormes pra poder deslizar com mais estabilidade, mas as ondas deviam ser umas 3 vezes a altura deles. Muito tri. Parecia fácil da areia. E pra ajudar o pôr-do-sol estava simplesmente demais. Quando o sol desapareceu veio uma nuvem enorme de trás de um morro e trouxe junto uma chuva forte. Voltamos pro hostel mais uma vez satisfeitos.

Sombra na areia.

Sombra na areia.

Sol na cara.

Sol na cara.

Pegadas.

Pegadas.

Outside de Sunset Beach.

Outside de Sunset Beach.

Outro pôr-do-sol inesquecível.

Outro pôr-do-sol inesquecível.

Brandon, Pati, Nicole, Ana e eu na volta de North Shore.

Brandon, Pati, Nicole, Ana e eu na volta de North Shore.

Acordei sem pressa no meu último dia. Tomei um cafezão e me conectei na net. Falei rapidamente com a Lê, com a Vica e meu pai. Foi bom, pois matei por alguns segundos a saudade e recebi a boa notícia que o governo australiano conseguiu uma casa pra mim morar por um preço razoável durante 3 meses em Adelaide. Isso estava tirando um pouco meu sono. Pelo menos agora sei que terei um lugar pra dormir até arranjar um emprego e outro apartamento. Depois eu, Brandon, Nicole, Carolina e Nils fomos fazer snorkel e ver os corais em Hanauma Bay (um dos melhores spots pra isso no mundo). No meu primeiro mergulho levei um susto grande quando me dei conta que ao meu lado tinha uma tartaruga marinha gigante nadando. Linda! Vi vários peixes de diversos tamanhos, formatos e cores. Pena que estava meio nublado e mexido. Poderia ter sido melhor. Mas não dá pra reclamar de nada né?! Começou a chover e fomos embora. Dirigi a volta do símbolo de Waikiki, o vulcão Diamond Head (Cabeça de Diamante) e fomos comer uma especiaria local trazida por imigrantes portugueses chamada Marasalas. Ótimas, me lembraram muito os sonhos da Casa da Vovó (o pessoal de São Léo vai saber o que estou falando), porém bem mais macio e leve.

Snorkel em Hamauma Bay.

Snorkel em Hanauma Bay.

De cima pra baixo: Nils, Carolina, Nicole e Brandon.

De cima pra baixo: Nils, Carolina, Nicole e Brandon.

Depois fomos de volta pro albergue e, aproveitando a presença da hermana Carolina de Buenos Aires, fiz o meu melhor chimarrão até o momento. Pra minha surpresa vários gringos já conheciam a tal da erva-mate, porém nunca tinham experimentado do jeito gaúcho clássico, roots, bebendo direto na cuia. Estava chuvendo, anoitecendo, chimarrãozinho rolando, bom papo. Perfeito pro último dia no paraíso. Fui dormir às 9 pra acordar à meia-noite e ir com todo o pessoal beber ceva num barzinho na frente da praia.

Lulu's Beach Club pra uma cervejinha apenas.

Lulu's Beach Club pra uma cervejinha apenas.

Hoje acordei às 6 da manhã, devolvi o carro e fui direto pro aeroporto pegar mais um vôo. O destino agora é Sydney, Austrália. Estou nesse exato momento escrevendo de dentro do avião. A companhia é a mais lixo que já voei: Jetstar. É parceira da Qantas, mas nem de longe tem a mesma qualidade. Pelo menos não estou pagando diretamente (estou usando minhas milhas). Muito estranho, eles não te dão nada, nem cobertor, nem travesseiro, nem refri, nada. Tudo se tu quiser tem que pagar. E o pior é que um sandubinha ridículo é uns AU$6.00. Se soubesse teria comprado um gorduroso do MacDonals e trazido comigo. Agora azar. Estou ouvindo um som muito louco e muito bom: MGMT – Time to Pretend (saquem o clipe que massa que é).

Acabei de cruzar a linha internacional do dia. Faltam 3 horas e meia pra chegar. Estamos à 535 mph e 38000 pés de altura. Tenho um amigo em Sydney, Vinicius, que vai me hospedar por 2 semanas antes de ir pra Adelaide. Espero que ele se lembre que eu estou chegando. Ao desembarcar em Sydney vou de trem pro apto dele. Lá eu sei como me locomover. Saudades de todos.”

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Despedida

27/09/2009

No domingo passado (20/09/09) a mãe do Marinho fez um almoço perfeito para nós: feijoada. Além de ter sido o último fim de semana dela nos EUA, também era o meu. Estava ótima! Vou sentir saudade dela e daquela comidinha caseira que tanto me alimentou nos intervalos da Mercedes Benz. Brigadão tchê Márcia!!!

Márcia e sua feijoadinha mais do que especial.

Márcia e sua feijoadinha mais do que especial.

Um prato como esse não tem preço aqui no exterior.

Um prato como esse não tem preço aqui no exterior.

Já à noite teve um encontro de despedida para mim em um barzinho bem legal em OC. Algumas das pessoas que fizeram parte da minha passagem pelos EUA estiveram presentes: Marinho, Gica, Marcella, Rodrigão, Vovô, Camila, João, Sophia e Felipe. Mais uma vez tive que me despedir de pessoas que eu gosto. Não tá sendo fácil essa rotina de dizer tchau de tempo em tempo. O bom é que a nossa amizade não diminuiu durante esse tempo que estive fora e quando voltei, nem que por apenas 2 meses, tive a oportunidade de fortalecê-la um pouco mais. Tenho certeza que reverei todas aquelas pessoas algum dia.

Marinho: valeu pelas idas pro aeroporto, pelo ervilhão e o espaço no ap.

Marinho: valeu pelas idas pro aeroporto, pelo ervilhão, pelo espaço no ap, pelo whisky aveludado, pela brodagem, por me apresentar MGMT, etc, etc, etc.

Gica: valeu pelas dicas na América e por aturar o Marinho e tirar ele de perto hehehe.

Gica: valeu pelas dicas na América, por aturar o Marinho e tirar ele de perto algumas vezes (hehehe) e por aquele old fashioned donut que eu não esqueci!!! Hehehehe.

Mar: valeu pelo companheirismo e pelas risadas.

Mar: valeu pelo companheirismo, pelas risadas e por deixar eu batizar um brinco de "pumpkin heads".

Rodrigão: valeu pela roupa da Mercedes e por compartilhar aquele bourbon maravilhoso.

Rodrigão: valeu pela roupa da Mercedes, por compartilhar aquele bourbon maravilhoso, pelo workshop de batera e pela caminhada urbana de 20 km no sol atrás de Starbucks.

Vovô: valeu pelas idas em Crystal Cove, as dicas de vinho e as palhaçadas como essa imitação tosca de bichinha! Hehehehe.

Vovô: valeu pelas idas em Crystal Cove, as dicas de vinho e as palhaçadas como essa imitação tosca de bichinha! Hehehehe.

João: valeu pela parceria na balada e pelas palhaçadas como essa aí - eu bebendo a vela e tu cantando huahuahuahaua.

João: valeu pela parceria na balada e pelas palhaçadas como essa aí - eu bebendo a vela e tu cantando com ela huahuahuahaua.

Camila: valeu pelo carro e pelo alto astral mesmo estando de baixo astral sem trampo.

Camila: valeu pelo carro e pelo alto astral mesmo estando de baixo astral sem trampo.

Sophia: thanks for the real english chating and for taking special care of my buddy.

Sophia: thanks for the real english chating and for taking special care of my buddy.

Felipe: valeu pela força com o colchão, pelos Beatles cover, pela amizade e pela dica de corte de cabelo.

Felipe: valeu pela força com o colchão, pelos Beatles cover, pela amizade e pela dica de corte de cabelo.

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E-mail

19/09/2009

Recebi esse e-mail do meu pai. Achei demais! Muito bom, foi emocionante lê-lo antes dessa viagem louca que irei fazer. Achei legal para divulgá-lo aqui:

“Querido filho

Espero que tudo esteja bem contigo.

Leio sempre o teu blog e o que transmites… gosto bastante e o que me parece é que estas vivendo num ambiente que te dás bem e que estas feliz. Isto me deixa também, feliz….como todo pai orgulho do filho. Entretando, estas longe e agora, na segunda -feira, vais pra mais longe, para o outro lado do mundo, atrás dos teus sonhos e esperanças. Acho que estas certo…mas….. mais uma vez vais pra longe de mim e de tua mãe, onde não poderemos nos encontrar seguidamente e, isto me entristece bastante. Mas o que vou fazer…dizem que os filhos são criados para o mundo, são como flechas lançadas ao céu, sem rumo, e …nós, os pais, somos os arcos deste lançamento, que ficamos olhando, em vão, para o céu sem poder participar.

Quero te desejar muita felicidade, te cuida e adota todos os principios da tua educação que, tenho certeza, te guiará no rumo certo e te levará a encontrar o que tu procuras  e sonhas…….

Gostei muito da tua passada por Albany, onde pudemos conviver juntos por  2 semanas, trabalhando juntos. Desses uma força enorme e conseguimos fazer muita coisa, que sozinho não teria conseguido. Pena que mais uma vez viajaste e foste para longe.

Te prepara que iremos te visitar, não temos data definida mas……… iremos, podes crer…..

Estaremos esperando anciosamente noticias tuas ….pois precisamos disto para nos tranquilizar…..não esquece….

Sei que irás sozinho, sei também que tens amigos lá que podem te ajudar..o que me deixa mais tranquilo…….mas não esquece que somente nós, os teus pais, é que somos os teus amigos verdadeiros. Se precisares de alguma coisa que possamos fazer daqui, não titubeia e nos procura. OK?….. A cavalaria irá chegar, mas certamente, irá demorar um pouco.

Mais uma vez, te desejo felicidades e que tenhas uma ótima viagem….e…..não dá bobeira com as tuas coisas…..certo?

Beijos …..e anexo vão algumas fotos da familia para te acompanhar na tua jornada…..

Te cuida

Ciau

Ruy Antonio”

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Sea World

12/09/2009

Já comprei minha passagem pro Hawaii! Sim! Estou indo pro Hawaii pois minha passagem pra Sydney sai de lá. Consegui ir para Sydney com milhas da Qantas, mas dava pra sair apenas do Hawaii, não de Los Angeles. Que pena! Hehehehe. O Hawaii é tão ruim! Hehehehe. Vou sair aqui de LA no dia 21 próximo às 18:50. E saio do Hawaii no dia 26 às 9:00, isto é, ficarei 5 dias e 4 noites curtindo as praias daquele paraíso. Tô ficando ansioso!

Esse findi que passou eu fui visitar uma amiga, a Lu, irmã de outra super amiga, a Fer. A Fer passou 4 meses comigo em Floripa no início do ano e nós ficamos muito próximos mesmo. Então… a Lu tá em San Diego, vivendo em PB (Pacific Beach). Nos falamos por telefone e combinamos de nos encontrarmos e fazermos algo. No fim acabamos indo, nada mais nada menos que, no Sea World! Estava iraaaaaaaaado!!!

Sea World com Lú.
Sea World com Lú.
Pink flamingos.
Pink flamingos.

Começamos o dia no parque às 10 da manhã. Após passar pelos seguranças com um sanduba escondido na mochila (a comida é cara dentro e eles te obrigam a consumir) ficamos zanzando por diversos aquários, exposições e shows. Vimos pinguins, peixes de diversos tipos, focas, flamingos, etc. Mas o mais legal são os shows e os passeios (rides).

Golfinhos show.
Golfinhos show.
Cercado de piranhas.
Cercado de piranhas.

Vimos shows de golfinhos, leões marinhos, cachorros e gatos e a estrela do parque: a baleia Shamu. Os shows noturnos são muito legais, com direito a fogos, mulheres bonitas, solos de guitarras, telões de alta definição que se movem, tudo isso misturado com os golfinhos e a baleia saltando numa piscina gigante na tua frente. É realmente demais! Pena que faltou bateria na máquina e não pude registrar nada do passeio durante a noite. Mas fica na lembrança.

Não sei porque, mas sempre gostei da Vila Sésamo.
Não sei porque, mas sempre gostei da Vila Sésamo.
Pinguizada no clima.
Pinguizada no clima.

Já os passeios são apenas dois, mas são tri. Um simula um rafting com cachoeiras e corredeiras no meio de um naufrágio (Shipwreck Rapids) e o outro é uma montanha russa leve com água (Journey to Atlantis). Depois de sentar no carrinho (a gente foi na frente) ele sobe os trilhos e depois de uma curva acentuada quando tu vai atravessar uma cachoeira o carrinho despenca numa descida hiper íngreme e termina batendo na água e molhando todo mundo dentro. Pensei que era só isso, mas ele circula num riozinho falso, entra num túnel e para. De repente a porta de traz do túnel fecha, aquela merda começa a balançar e subir ao mesmo tempo, como um elevador desgovernado. Quando chega no topo a porta de frente abre e a gente despenca numa outra montanha russa e termina na água de novo. Bem louco!

Sobrevoando o parque de teleférico.
Sobrevoando o parque de teleférico.
A baleia Shamu se exibindo pra galera.
A baleia Shamu se exibindo pra galera.

No fim achei bem legal o lugar, tudo muito bem feito, organizado, os bichos bem cuidados e tal, mas no fundo eu tinha um sentimento de pena e revolta. Fiquei imaginando a vida daqueles animais coitados presos em piscinas gigantes que são ridiculamente pequenas se comparadas com a vastidão do mar e ainda tendo que ficar aprendendo truques (não se sabe como) pra trabalhar por comida e se apresentar como palhaços de circo pra seres humanos idiotas (como eu) que pagam e incentivam essa barbaridade. Olhando por esse ângulo o parque perde todo o brilho e se torna um local triste e sem graça. Saímos de lá às 23:00 podres de cansados.

Soak zone: sentar aqui é pedir pra ser molhado pelos bichos.
Soak zone: sentar aqui é pedir pra ser molhado pelos bichos.
Shamu é queridona.
Shamu é queridona.

No outro dia acordamos e a Lú me levou pra conhecer a área onde ela mora. Ela vive à duas quadras do mar. A cidade é linda, muito mais bonita comparando com onde eu estou vivendo. Se chama Pacific Beach. Mais vida nas ruas, com bares, restaurantes, praia cheia de gente, mulherada, gurizada pegando onda, etc. Bem massa. Infelizmente não pude ficar muito tempo pois tive que voltar para a festa de aniversário do meu roomate, o Marinho.

Prainha muito bacaninha.
Prainha muito bacaninha.
Pacific Beach.
Pacific Beach.
Breakfast time.
Breakfast time.
Meu ray-ban original do Paraguai.
Meu ray-ban original do Paraguai.
YES.
YES.
Circulando por San Diego.
Circulando por San Diego.
Eu, John e Lú.
Eu, John e Lú.

Teve um detalhe que eu não comentei com vocês: todo o fim de semana + feriado eu estava motorizado. Resolvi alugar um carrinho básico. Passei todo o findi dirigindo uma Mercedes Benz C300! Por apenas U$27.00 a diária me diverti pra caramba e de quebra dirigi o melhor carro que passou pelas minha mãos até hoje. Isso que de todas as mercedes é o  modelo mais simplezinho. Mas já impressiona o conforto, a qualidade e a segurança que o carro oferece. As vezes durante o trajeto, na estrada, eu ligava o piloto automático (cruise) e ia bem de boa sem nem apertar o acelerador. Muito tri.

Tô grandão na América com minha merça.
Tô grandão na América com minha merça.
Conferindo as condições do mar.
Conferindo as condições do mar.
Teto solar.
Teto solar.

Voltei então para Orange County e fui no aniversário do Marinho. Tava bem legal também. Foi um churras em um condomínio bem legal (do nosso chefe). Passei todo o dia entre cervejas, carne, jacuzzi e piscina. Eta vidinha ruim. Hehehe.


Condomínio padrão.

Condomínio padrão.

Marinho: -"Vai uma carninha aí, amigón?"

Marinho: -"Vai uma carninha aí, amigón?"

No outro dia era feriado – Labor Day (Dia do trabalhador) – e eu ainda estava com a Mercedeira. Putz, não deu outra, resolvi sair pra dirigir por aqui. Fui em vários lugares. Chamei o Rodrigão, outro amigo meu da redondeza e fomos conhecer novos picos, tipo: Laguna Beach (tinha um seriado com esse nome que filmavam aqui. Era uma espécie de Barrados no Baile moderninho e mais realista) e Dana Point. Olhem as fotos.

Gramadão na frente da praia de Laguna Beach.

Gramadão na frente da praia de Laguna Beach.

Paisagem seca da Califa.

Paisagem seca da Califa.

Dando um rolé de merça.

Dando um rolé de merça.

Dana Point.

Dana Point.

The Rodrigos.

The Rodrigos.

Na volta pra casa tive uma experiência única e surreal. Fiz um rachinha com uma Lamborghini. Na verdade não foi bem um racha pois não teve graça. Eu vi essa Lamborghini branca na minha frente na sinaleira e fiz de tudo pra alcança-la. Até consegui ultrapassá-la, mas foi difícil, e somente porque o cara deixou. A mercedes já é um carro animal que deixa vários outros no chinelo, e a lamborghini, nossa, deixa a mercedes no chinelo fácil.

Moto irada.

Moto irada.

Lamborghini (acho que nunca vou ver no Brasa uma dessas).

Lamborghini (acho que nunca vou ver no Brasa uma dessas).

Ultrapassagem com categoria, estilo rock'n'roll.

Ultrapassagem estilo rock'n'roll.

No final da tarde ainda deu pra pegar um anoitecer irado. Cheguei meio tarde e não consegui nenhuma foto do sol mergulhando no mar, mas mesmo assim foi irado.

Anoitecer sem o sol.

Anoitecer sem o sol.


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Cinema

01/09/2009

Fim de semana passado eu fiz nada. Tirei ele para descansar mesmo. Depois daquela caminhada toda em Las Vegas eu queria era relaxar mesmo. A mãe do Marinho e da Mar chegou quinta feira passada e transformou nosso ap. Agora ele está mais completo com mesinha de cabeceira ao lado do sofá e duas luminárias bem legais. Todos esses produtos comprados em uma loja estilo Tok & Stok chamada Ikea.

Mas a mudança mais significativa foi na geladeira e no fogão. Ela está bem mais cheia e com mais opções. E tá saindo cada coisa boa nesse fogão que só vendo. Domingo teve uma lasanha bem suculenta, segunda talharin ao alho e brócoli e à noite, bolo de banana. Muito bom!

Hoje eu fui ao cinema. Esse e o filme anterior eu entendi 90% das falas, mas admito, sempre que o filme começa, que fico esperando as legendas. É estranha a sensação de não ter legenda, mas é ótima pois pratico o inglês e vejo muito mais detalhes do filme. Tô sentindo meu inglês melhorar gradualmente. E como é difícil. Qualquer sala de cinema merreca daqui tem a qualidade de um Unibanco Arteplex. Os caras são bons no que se trata de conforto e qualidade.

Já fui ver três filmes aqui nos EUA. O primeiro não entendi nada. Foi o último do Harry Potter (esqueci o nome). Já o segundo e o terceiro eu entendi quase tudo. São eles, respectivamente: Inglourious Basterds do Quentin Tarantino e District 9, produzido por Peter Jackson.

Ambos eu aconselho ver. Mas o do Tarantino é o meu favorito até agora. Bem louco, com falas kilométricas que te prendem a atenção. A história se rola toda durante a 2a Guerra Mundial. Muito legal. Já o District 9 é uma ficção filmada de forma bem realista mostrando a relação entre seres humanos e aliens aqui na Terra. Os efeitos são demais.

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